Hanik Torres: Yoga, a harmonia do movimento em lar de idosos

Por Sónia Domingues, atualizado a 29 de Fevereiro de 2024 Notícias

Ainda jovem e com uma carreira académica extensa que culminou num doutoramento em Ciências da Educação e Saúde, Hanik Torres dedicou-se de corpo e alma à arte do yoga, algo que ninguém poderia prever. Mas esta é apenas uma parte da sua peculiar história de vida.
Viveu a sua infância, adolescência e fase pré adulta no Estado brasileiro de São Paulo. Dedicou-se aos estudos e depois de terminar a licenciatura de Relações Internacionais e História na Universidade Federal de São Paulo, deparou-se com a oportunidade invulgar de ir estagiar, enquanto professora, num Hospital Oncológico para crianças. Hanik considera esta experiência como a “mais intensa” da sua vida, fez com que visse o mundo de outra forma. Entretanto, inscreveu-se numa aula de yoga, enquanto aluna, e nunca mais parou. Hoje, dedica-se a tempo inteiro a esta prática milenar. 
Ao vir para Portugal, surgiu a oportunidade de dar aulas de yoga num lar de idosos. Neste artigo, contamos a história da Hanik, que expõe os inúmeros benefícios que esta atividade pode representar. Benefícios que ultrapassam a mobilidade física e desenvolvem uma nova forma de encarar a vida, centrada no presente e no agora. 
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Lares e família em tribunal: a artimanha da Seguradora

Por Sónia Domingues, atualizado a 29 de Fevereiro de 2024 Notícias

Nenhum dos oito filhos de Ester Rodrigues imaginou que a mãe iria morrer de forma tão trágica. Após receber o diagnóstico de demência, a idosa foi integrada num lar de idosos. Os filhos sempre pensaram que a mãe iria falecer por alguma complicação relacionada com a doença, mas nunca imaginaram que ela teria um acidente tão trágico e evitável, nas mãos dos cuidadores.

A Dona Ester ficou viúva e pouco depois surgiram os primeiros sintomas da sua demência, o que levou ao progresso da doença e à necessidade de ingressar num lar de idosos, para ter o apoio que necessitava. Mas, uma distração levou a uma queda fatal. Os filhos fizeram queixa contra o lar em que a mãe estava, que por sua vez, delegou a responsabilidade civil à companhia de seguros, com a qual tinha realizado um contrato de seguro. Neste artigo, vamos revelar um caso verdadeiro, que foi julgado nos tribunais portugueses, mas com personagens fictícias.
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Lares e família em tribunal: morte atribuída ao lar

Por Sónia Domingues, atualizado a 22 de Fevereiro de 2024 Notícias

Com 76 anos de idade, tinha sofrido um AVC que o obrigou a um internamento hospitalar de quase duas semanas. A esposa já não tinha condições de dar-lhe o apoio e os cuidados que ele necessitava, os filhos trabalhavam em tempo integral e a solução que melhor satisfazia as necessidades de conforto, segurança e cuidados de enfermagem era um lar de idosos. Mas, passado pouco mais de dois meses, o senhor Gomes acabou por falecer depois de ter dado entrada no hospital, mais magro e febril.

Para a família não havia dúvidas: o lar não tinha cumprido com a obrigação contratual de providenciar os cuidados de saúde e enfermagem que constavam no contrato. Neste artigo, vamos contar-lhe um caso que chegou às barras de um tribunal português. Apesar dos fatos relatados serem reais, a história e as personagens são ficcionados. 
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Lares e família em tribunal: a imobilização ilícita da idosa

Por Sónia Domingues, atualizado a 26 de Janeiro de 2024 Notícias

Uma idosa morreu num lar, devido a uma imobilização incorreta que levou à sua lenta asfixia, que podia ter sido evitada. A fraca supervisão também teve a sua quota parte da responsabilidade, uma vez que o lar não deu indicações à auxiliar no sentido de vigiar mais de perto os idosos que estavam imobilizados.  Enquanto os filhos da vítima choravam, os responsáveis pelo lar de idosos da Santa Casa e as duas auxiliares, que se sentaram no banco dos réus, olhavam prostrados para o chão. Naquele dia, o tribunal ditou a sentença pela morte por asfixia da Dona Hortense, residente no lar de idosos da Santa Casa. Neste artigo vamos apresentar uma história ficcionada, mas que apresenta um caso real de uma sentença de um tribunal português. No banco da acusação, o Ministério Público e os dois filhos da vítima, que se constituíram como assistentes. 

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Lares e família em tribunal: a herança deixada à dona do lar

Por Sónia Domingues, atualizado a 19 de Dezembro de 2023 Notícias

O senhor Vasco sempre sonhou em ter também uma família grande, mas para seu desgosto, ele e a sua esposa não conseguiram deixar herdeiros que prolongassem o legado da família e a quem pudessem deixar a herança. Conformados, foram administrando os seus bens, e criando ainda mais património. Foi ele que tomou a decisão de ingressar num lar de idosos bem no centro da cidade. Naquela casa senhorial antiga mas muito bem preservada, o idoso sentiu-se muito bem acolhido, por ser pequena e ter apenas cinco residentes. A dona Regina faleceu nos braços do marido e a proprietária do lar foi-se aproximando cada vez mais do idoso. Num abrir e fechar de olhos,  a proprietária do lar foi ao cartório notaria com o idoso, que  já com grandes dificuldades, assinou o testamento que fazia da enfermeira a herdeira universal de todos os seus bens e a família ficou sem nada. 
Neste artigo, vamos-lhe contar uma história ficcionada de uma decisão concreta do tribunal português, que resulta de um caso verídico.

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