Lares “depósito” ou idosos “depositados”?

Por Marina Lopes, atualizado a 27 de Junho de 2023 Lares e Residências

A conotação “depósito” atribuída a determinados lares de idosos está relacionada com a falta de dignidade. Quando os idosos são deixados a um canto, sem qualquer ocupação, quando expõem as nódoas e a falta de botões nas suas roupas, dia após dia, ou quando o seu nome e a sua história já não têm importância.

Não obstante, muitos idosos são também “depositados” nos lares, quando a família e os amigos deixam de os visitar, de lhe dar afeto ou de os levar seja para onde for, Quando nas suas vidas, já não cabe alguém que precisa de tudo e já pouco tem para dar. 

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O luxo atrai idosos! Como é viver numa Residência Assistida?

Por Marina Lopes, atualizado a 21 de Junho de 2023 Lares e Residências

O envelhecimento é a etapa mais temida pelo Homem devido às perdas de todos os tipos sentidas nessa fase da vida. Os idosos acabam por sentir a perda de autonomia e o início de uma dependência que nunca sentiram. As ofertas de ajuda parecem esconder uma única coisa: um Lar de Idosos onde estes estão sujeitos às estipulações e horários de outras pessoas. Mas já não tem de ser assim, hoje existem as Residências Assistidas, onde a individualidade e autonomia não são perdidas.

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"Mãe, vai ter que ir para um Lar de Idosos..." Como falar sobre isso?

Por Marina Lopes, atualizado a 21 de Junho de 2023 Lares e Residências


"Mãe, vai ter que ir para um lar de idosos…". Como falar sobre isso?











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Por vezes, surgem sinais que nos indicam que algo pode não estar bem com aqueles que amamos. Apesar de ainda assistirmos à realização de um discurso coerente por parte dos nossos familiares mais velhos, podemos começar a presencear repetições de pequenos acidentes, confusões com a medicação, quedas constantes, cenários de isolamento e de depressão, ou, mesmo um emagrecimento acentuado, e, começam a preocupar-nos com a segurança e o bem-estar dos nossos familiares idosos.

Nesta altura, damos por nós a ponderar se, eventualmente, a "nossa própria mãe" não deveria viver acompanhada. E, em Portugal, é muito comum adiarmos este tipo de decisão, por entendermos como precoce colocar os nossos familiares idosos num lar enquanto têm discernimento. Mas, esta avaliação não é linear.

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